Homem usando notebook em uma cafeteria da Havanna, com café sobre a mesa e produtos da marca ao fundo.

7 riscos de investir em franquias e como a Havanna os reduz

Investir em franquias reduz parte da incerteza de começar um negócio do zero, mas o modelo não elimina os riscos. A decisão depende da leitura atenta da Circular de Oferta de Franquia (COF), da análise da praça, do suporte que a franqueadora oferece na prática e da capacidade de execução de quem opera a unidade.

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) registrou um faturamento de R$ 301,7 bilhões em 2025, com alta de 10,5% no ano. O número reforça o interesse pelo setor e, ao mesmo tempo, a necessidade de uma análise cuidadosa antes de qualquer assinatura.

No segmento de Alimentação Food Service, o desempenho foi igualmente positivo: 9,9% de crescimento no quarto trimestre e 10,8% no acumulado do ano, segundo a ABF. Esses dados explicam por que as redes de alimentação seguem no radar de quem busca investir, e mostram que o momento favorável não dispensa a leitura técnica da operação.

A seguir, você vai conhecer os principais riscos de empreender com franquias e entender como a Havanna estrutura sua operação para reduzir cada um deles.

Riscos de investir em franquias

Essa etapa ajuda a entender onde estão os principais riscos e por que marcas com processo consolidado tendem a oferecer uma base mais clara para quem avalia entrar no franchising.

1. COF mal analisada e riscos jurídicos

A COF concentra as informações que definem o que o franqueado está comprando: taxas, obrigações, suporte, território, regras operacionais e histórico da rede. Quando esse documento é lido de forma apressada ou sem orientação jurídica, o investidor pode assumir compromissos sem ter clareza sobre o que eles representam na prática.

Entre os pontos que merecem atenção estão as cláusulas de rescisão, os prazos de não concorrência após o encerramento do contrato e as condições para transferência da unidade. Esses itens raramente aparecem nas primeiras conversas com a franqueadora, mas fazem diferença quando o contexto muda.

Como a Havanna reduz o risco: apresentamos informações sobre investimento inicial, royalties, fundo de propaganda, lucratividade estimada e prazo de retorno de forma organizada na sua página institucional. Esse nível de transparência permite que o candidato compare os dados antes de iniciar a negociação e chegue à leitura da COF com uma base já formada.

2. Faturamento abaixo do esperado

Projetar o faturamento acima da capacidade da praça é um dos erros mais comuns entre quem investe em franquias pela primeira vez. A expectativa comercial, quando não está ancorada em dados do ponto, do perfil de consumo local e do formato de operação, pode gerar frustração nos primeiros meses e pressionar o caixa antes de a unidade se consolidar.

O problema está em como o franqueado lida com a diferença entre o que esperava e o que a operação entrega. Sem referência técnica para comparar, fica difícil saber se o resultado está abaixo do esperado ou se a expectativa é que estava fora da realidade do ponto.

Como a Havanna reduz o risco: trabalhamos com a análise de viabilidade do ponto comercial antes da abertura da unidade. Isso inclui a avaliação do fluxo, do perfil da praça e da adequação do formato ao local. Os modelos disponíveis (quiosque ou loja) foram desenvolvidos para atender diferentes volumes de operação e metragens, o que ajuda a alinhar expectativa e realidade desde o início.

3. Localização inadequada

Em food service, a localização define boa parte do resultado, e um ponto mal escolhido compromete o fluxo de entrada, o ticket médio e a recorrência de visitas. O problema é que o impacto de um local ruim demora para aparecer com clareza, e o custo de correção, quando existe, costuma ser alto.

A escolha do local precisa considerar o perfil de consumo da região, a presença de concorrentes diretos e indiretos, o tipo de circulação ao longo do dia e a compatibilidade com o formato de operação pretendido. Essa análise exige método, não intuição.

Como a Havanna reduz o risco: a nossa equipe indica locais com perfil adequado para cada modelo de operação. Shoppings, galerias, centros comerciais, aeroportos, faculdades, hospitais e ruas de alto fluxo estão entre os tipos de ponto que a rede trabalha. O franqueado não parte do zero na escolha e conta com critérios e referência da própria rede para orientar a decisão.

4. Suporte fraco da franqueadora

O suporte da franqueadora é o que diferencia uma franquia de uma licença de uso de marca. Quando esse suporte é limitado, o franqueado enfrenta mais dificuldade na implantação, demora mais para estabilizar a operação e tende a improvisar em situações que deveriam ter resposta técnica.

O impacto não fica restrito à abertura da unidade. Um suporte inconsistente ao longo da operação afeta a padronização, o treinamento da equipe e a capacidade de ajuste rápido quando algo não está funcionando como deveria.

Como a Havanna reduz o risco: a nossa estrutura de suporte inclui projeto arquitetônico, análise de viabilidade do ponto comercial, treinamento inicial e contínuo, consultoria de campo, software de gestão, apoio de marketing e atendimento ao franqueado. Os consultores de campo atuam junto às unidades, acompanham a aplicação dos padrões, discutem estratégias comerciais e avaliam o posicionamento de preços de acordo com o contexto local.

5. Gestão de equipe e controle de custos

Em franquias de alimentação, a gestão do dia a dia tem peso direto sobre a margem. A rotatividade de equipe, as falhas no controle de estoque e os desvios no custo da mercadoria vendida (CMV) são alguns dos problemas que podem aparecer em operações que não têm processo definido. Pequenos desvios recorrentes comprometem o resultado mensal antes que o franqueado perceba a extensão do problema.

A dificuldade aumenta quando a equipe não está treinada para operar com os padrões da rede. Sem clareza sobre como cada tarefa deve ser feita, o risco de improvisos e retrabalho cresce, e o controle de custos perde consistência.

Como a Havanna reduz o risco: trabalhamos com padronização operacional e acompanhamento de campo contínuo. Isso significa que o franqueado recebe orientação sobre o recebimento e o armazenamento das mercadorias, controle de temperatura, exigências sanitárias e uso do sistema de gestão. Esse conjunto de processos reduz a dependência de improviso e ajuda a manter o CMV dentro de parâmetros que preservam a margem da operação.

6. Vigilância sanitária no food service

O risco sanitário em food service começa antes da abertura e acompanha toda a operação. Higiene, armazenamento, manipulação de alimentos e atendimento precisam seguir normas específicas, e o descumprimento pode resultar em autuações, interdições ou danos à reputação da unidade.

Para quem nunca operou no setor, a curva de aprendizado sobre exigências sanitárias pode ser íngreme. A falta de processo definido desde o início aumenta a chance de falhas que, mesmo não intencionais, têm consequências operacionais e legais.

Como a Havanna reduz o risco: nosso treinamento inicial traz orientações sobre exigências sanitárias, controle de temperatura, armazenamento e rotinas de higiene. O franqueado não começa a operação sem referência técnica nessa área. Os modelos testados pela rede já incorporam os padrões necessários, e o acompanhamento pós-abertura ajuda a verificar se a aplicação está correta.

7. Saturação de mercado

Entrar em uma praça já muito disputada pode limitar o desempenho da unidade desde o início. Não basta olhar o crescimento do setor de franquias, porque o espaço real para uma nova operação depende da concorrência local, do perfil de consumo e da capacidade de absorção daquela região.

O risco de saturação cresce quando há muitas ofertas parecidas no mesmo entorno e quando a demanda já está bem atendida. Nesse cenário, a escolha de uma rede com posicionamento consolidado ajuda a reduzir a exposição, porque a marca chega ao mercado com mais reconhecimento e mais capacidade de atrair público.

Como a Havanna reduz o risco: a rede trabalha com formatos de operação que permitem adaptação a diferentes praças e acompanha a análise de viabilidade do ponto antes da abertura. Além disso, sua presença em mais de 2.500 pontos de venda em 12 países reforça a experiência da marca em contextos distintos e apoia a leitura comercial do investidor.

Investir em franquias com método reduz o risco

Os riscos de investir em franquias existem e fazem parte da decisão. COF, faturamento, localização, suporte, gestão, vigilância sanitária e saturação de mercado precisam ser analisados com cuidado, com tempo e, quando possível, com orientação especializada.

O que diferencia uma decisão bem fundamentada de uma aposta é o nível de informação que o investidor tem antes de assinar. Quando a marca apresenta dados claros, trabalha com um modelo validado e oferece suporte estruturado, a análise ganha mais base e a decisão fica menos exposta à improvisação.

A Havanna reúne informações comerciais e operacionais de forma acessível na página institucional da franquia

Para quem avalia oportunidades de investimento em uma marca com histórico consolidado no franchising, entender a operação e os formatos disponíveis é o próximo passo.

Conheça os modelos disponíveis da Havanna e avalie a oportunidade de investimento com base em dados, suporte e operação validada.

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