Mulher sorridente no balcão de madeira de uma cafeteria realizando pagamento por aproximação com o celular. Sobre o balcão, há uma xícara de café e uma fatia de bolo de chocolate.

Economia da Experiência na Havanna: da percepção de valor ao desempenho comercial

A Economia da Experiência já é uma transformação consolidada no mercado. O público tem valorizado cada vez mais as marcas que associam vivências reais à sua oferta e isso afetou o valor agregado em negócios B2C: empresas que atribuem significado e relevância ao que oferecem deixam de competir apenas pelo menor preço.

O acesso direto a mercadorias está cada vez mais automatizado — impulsionado pela internet —, o que torna essencial ir para além da qualidade do produto em si, trabalhando também com elementos como identidade, portfólio exclusivo e outros atributos que posicionam a marca como uma escolha memorável.

Para o investidor, alocar capital em negócios alinhados a essa premissa contribui para a preservação da margem de lucro e aumento da divulgação orgânica por clientes satisfeitos. Veja a seguir o impacto prático da experiência nos indicadores de mercado e como ela aparece nos modelos de negócio Havanna.

Os benefícios da Economia da Experiência

Estudos feitos pela consultoria McKinsey & Company, mostram que a experiência do cliente é fator central na decisão de compra e está diretamente ligada à percepção de valor. No modelo de franquias, esse conceito pode fazer parte da arquitetura de padronização do negócio e tende a afetar positivamente indicadores operacionais importantes como:

  • Fidelização: A experiência positiva ajuda a aumentar a retenção do público e eleva o valor do tempo de vida do cliente (lifetime value ou LTV) — monitorado pela frequência de visitas e taxa de recompra.
  • Aumento do Ticket Médio: A retenção e autoridade fortalecidos pela experiência podem ser somados à estratégias de layout de loja e variação de portfólio, o que pode influenciar positivamente o ticket médio.
  • Redução do Custo de Aquisição de Clientes (CAC): A satisfação do consumidor impulsiona a recomendação orgânica, reduzindo a dependência de grandes investimentos em anúncios para atração de público.

Nesse cenário, a experiência de consumo não é um elemento simplesmente estético, mas um motor para o desempenho financeiro do negócio.

A experiência nos modelos de franquia Havanna

A franquia Havanna mostra bem como a Economia da Experiência funciona na prática. Em vez de disputar mercado pelo menor preço, a marca traz solidez e diferenciação para sua proposta com um ativo raro: mais de 75 anos de tradição.

Fundada em 1947, a rede ajudou a transformar itens tradicionais argentinos, como o alfajor e o dulce de leche, em símbolos de qualidade reconhecidos internacionalmente. Dessa forma, o cliente entra na loja com a decisão de compra já respaldada pela bagagem histórica.

Essa força de posicionamento é base para a construção da experiência no PDV, planejada para ampliar o tempo de permanência, o potencial de recorrência e o desempenho comercial.

Na prática, a estrutura da Havanna favorece o faturamento utilizando o próprio layout do PDV: a pessoa entra por um café ou um alfajor e acaba impactada por outros itens complementares posicionados e idealizados estrategicamente para estimular a venda cruzada e aumentar o ticket médio.

Para fechar o ciclo e incentivar a recorrência, essa vivência presencial é potencializada por se conectar ao aplicativo próprio e a programas de fidelidade que premiam a preferência do consumidor com cashback e pontos. Esse ecossistema fortalece a taxa de retenção e LTV do público.

Havanna: operação e formatos como motores da experiência rentável

A experiência Havanna se viabiliza apoiada também no uso de uma engenharia de cardápio com opções que cobrem diferentes momentos de consumo ao longo do dia, com objetivo de evitar instabilidade no fluxo de visitação. Além disso, a presença de novidades sazonais e parcerias estratégicas ajudam a renovar o interesse do público e a impulsionar a movimentação do faturamento.

A adaptação ao comportamento do consumidor local ocorre pela combinação entre modelos de ponto (Lojas e Quiosques) e formatos de operação — como Cafeteria Tradicional, Heladeria Tradicional, Espresso e Híbrida. Esse leque de opções dentro das opções de investimento existe para que o PDV se integre ao potencial e às necessidades do público local.

Essa flexibilidade otimiza o uso do espaço e o custo de ocupação sem comprometer a marca e a padronização do negócio, que é fortalecida por um apoio ao franqueado que vai desde a escolha do ponto até o treinamento da equipe. O resultado é um plano comercial estruturado, validado e com maior previsibilidade.

O investimento na franquia Havanna é amparado pela combinação de uma marca consolidada com a aplicação da Economia da Experiência, buscando aumentar o valor percebido e contribuir para o desempenho comercial. Fale com nosso time de expansão e conheça o suporte ao franqueado e as opções de formato disponíveis para investir na sua região.

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