Economia do mimo

O crescimento da “economia do mimo” no Brasil e por que investir em marcas que entregam experiência

A chamada “economia do mimo” descreve uma mudança na relação com pequenas compras. Os consumidores podem passar a reservar parte do orçamento para recompensas pontuais, pausas e experiências de menor valor.

No caso do franchising, as categorias conseguem participar de mais ocasiões de consumo e, com isso, elevar a frequência de compra, ampliar o ticket e desenvolver vendas complementares.

Entender esse movimento exige observar como ele altera a relação com os clientes e quais características podem transformar essas oportunidades em resultados comerciais

Escolhas consistentes na economia do mimo

A maior valorização de pequenas conquistas, bem-estar e experiências acompanha um cenário em que o consumidor continua atento ao orçamento, mas não abandona completamente os gastos associados a momentos de satisfação.

Para as empresas, isso cria espaço para categorias que conseguem oferecer diferentes níveis de acesso. Uma compra de menor valor pode funcionar como porta de entrada, enquanto opções premium atendem ocasiões que justificam um desembolso maior.

A oportunidade comercial está justamente nessa combinação. Em vez de depender de uma única faixa de preço ou de um momento específico, a operação pode se estruturar para atender demandas distintas nessa economia.

Como o mix pode aumentar o valor de cada visita

A variedade de produtos permite trabalhar estratégias comerciais que vão além da venda principal.

O upsell ocorre quando o cliente escolhe uma alternativa de maior valor dentro da mesma categoria. O cross-sell associa itens complementares à compra inicial. Em uma cafeteria, por exemplo, uma bebida pode ser acompanhada por um alimento, uma sobremesa ou um produto para levar.

Essas estratégias não significam aumento automático de receita. Sua eficácia depende de preço, oferta, localização, execução e perfil da demanda. Para o investidor, porém, representam ferramentas para explorar melhor cada oportunidade de venda.

O mix também pode contribuir para distribuir as compras ao longo do dia. Uma operação pode atender uma aquisição rápida pela manhã, uma pausa durante o expediente ou uma ocasião de permanência no período da tarde.

Experiência como componente do modelo de negócio

A vivência também ganhou relevância na decisão de consumo. De acordo com a WGSN, 52% dos consumidores pesquisados pela consultoria afirmaram preferir gastar menos em objetos físicos e mais em experiências.

Para uma franquia, esse dado não significa se transformar um negócio de entretenimento. O ponto está em compreender quais elementos agregam valor à compra.

Ambiente, atendimento, apresentação dos produtos e conveniência são alguns desses componentes. A importância de cada um varia conforme o formato e o endereço.

Uma unidade em um complexo corporativo pode atender profissionais durante uma pausa, enquanto um shopping pode integrar diferentes momentos da visita ao empreendimento. Já um quiosque em uma área de circulação pode privilegiar agilidade e facilidade de acesso.

O valor comercial de um portfólio diversificado

Uma rede que trabalha mais de uma categoria pode oferecer mais alternativas para atender públicos e ocasiões distintas, além de permitir que o gestor combine produtos de entrada com itens de maior valor percebido.

A Havanna reúne cafés, alfajores, Dulce de Leche, bebidas e sobremesas. Essa variedade possibilita várias combinações de consumo dentro de uma mesma unidade, respeitando o posicionamento da marca e as características de cada operação.

O investidor deve observar, contudo, como essa oferta se encaixa na praça escolhida. Um portfólio amplo só produz valor quando existe demanda compatível e quando a unidade consegue apresentá-lo de maneira adequada ao seu público.

Por isso, a análise não deve se limitar à quantidade de produtos. É necessário compreender quais categorias possuem maior aderência ao endereço, quais ocasiões podem ser trabalhadas e como a composição da oferta pode contribuir para a operação.

Marca consolidada como fator de decisão

Em categorias nas quais parte das compras acontece por conveniência ou escolha rápida, o reconhecimento de uma marca pode facilitar a identificação da unidade e contribuir para a confiança do consumidor.

No franchising, essa vantagem está associada ao patrimônio construído pela rede. O investidor não precisa desenvolver sozinho uma identidade, uma proposta comercial e padrões operacionais desde o início.

A Havanna combina tradição argentina e reconhecimento internacional com uma estrutura voltada à expansão. Esse histórico constitui um ativo que passa a fazer parte da proposta oferecida ao franqueado.

Ainda assim, reconhecimento não substitui gestão. A performance de uma unidade continua condicionada a fatores como ponto comercial, investimento, demanda local, execução e capacidade de administração.

O que avaliar antes de investir

A economia do mimo pode ser incorporada à análise de uma franquia, mas não deve ser tratada como único indicador de potencial. Antes de escolher uma rede, o investidor pode observar:

  • Faixas de consumo: verificar se o portfólio contempla diferentes níveis de desembolso.
  • Complementaridade: entender quais produtos podem ser associados em uma mesma compra.
  • Frequência: avaliar se a categoria possui ocasiões capazes de gerar visitas recorrentes.
  • Ticket: analisar como o mix pode contribuir para as composições de venda.
  • Formato: comparar loja e quiosque de acordo com fluxo, metragem e características do endereço.
  • Posicionamento: verificar se a proposta da marca é compatível com o perfil econômico e comportamental da região.
  • Estrutura da franqueadora: conhecer os recursos oferecidos para implantação e gestão da unidade.

Essa leitura ajuda a separar uma tendência de mercado de um negócio efetivamente compatível com determinado projeto.

Os modelos Havanna para cada oportunidade

A Havanna trabalha com Cafeteria Tradicional, Espresso, Heladeria Tradicional e Híbrida, disponíveis nos formatos de loja ou quiosque. A escolha depende das condições do ponto e da estratégia definida para a unidade.

A franqueadora oferece análise de viabilidade do endereço, projeto arquitetônico personalizado, treinamentos, consultoria de campo, software de gestão, Serviço de Atendimento ao Franqueado e apoio de marketing.

Assim, a economia do mimo pode ser considerada não apenas como tendência de consumo, mas como um indicador para avaliar categorias, portfólio e possibilidades comerciais.

Para quem busca uma marca internacional consolidada e modelos estruturados de operação, conhecer as alternativas da Havanna é um passo para avaliar a aderência entre o mercado e o ponto comercial.

Conheça nossos modelos de franquia e avalie as oportunidades de investimento.

Compartilhe:

Assine nossa newsletter

Mais conteúdos

Leia também:

Carregando...