Cafeteria Havanna dentro de um aeroporto, com balcão de atendimento exibindo produtos da marca e clientes sentados em mesas. Grandes janelas de vidro mostram a pista do aeroporto com um avião ao fundo.

O papel das cafeterias na dinâmica dos centros comerciais 

As cafeterias ajudam a movimentar centros comerciais, como shoppings, galerias e complexos corporativos, ao criar novas ocasiões de visita, ampliar o tempo de permanência e complementar o mix de lojas e serviços. Quando estão alinhadas ao perfil do público e às características do entorno, elas podem contribuir para gerar tráfego qualificado, e não apenas aproveitar a circulação que já existe. O efeito depende do ponto, do perfil do público e da compatibilidade entre a operação e o entorno.

Esse efeito interessa aos dois lados da operação. O proprietário do centro comercial ganha uma atividade capaz de complementar o mix, enquanto o franqueado encontra um ambiente com circulação, permanência e possibilidades de consumo em diferentes horários. A cafeteria pode ainda criar uma razão específica para visitar o empreendimento, especialmente quando combina localização visível, oferta adequada e integração com as demais operações.

Para avaliar uma franquia de cafeteria, o ponto precisa ser analisado com base no perfil do público, no fluxo do local e na relação com os negócios do entorno. Continue a leitura para entender essa dinâmica e conhecer os fatores que devem orientar a escolha do endereço.

Cafeterias e o fluxo dos centros comerciais

As cafeterias contribuem para o movimento de um centro comercial porque atendem ocasiões diferentes. Para o investidor, essa variedade representa a possibilidade de estruturar a operação para períodos distintos do dia e alcançar públicos que frequentam o empreendimento por motivos diferentes. O consumo pode ocorrer antes do trabalho, durante uma pausa, em uma reunião ou no intervalo de compras e serviços.

Essa variedade amplia as janelas de consumo. O estabelecimento não depende de um horário específico para receber clientes e pode se relacionar com a rotina de quem trabalha, estuda, faz compras ou utiliza serviços na região. Quando o ponto está próximo de polos geradores de tráfego, a operação pode atrair consumidores que ainda não tinham a cafeteria como destino inicial.

A permanência nas cafeterias e o impacto para o proprietário

O fluxo de pessoas mostra quantos indivíduos circulam por determinado local. O tempo de permanência ajuda a entender quantas oportunidades de consumo podem surgir durante essa circulação.

Uma cafeteria com área para sentar, atendimento organizado e oferta adequada ao perfil do público pode estimular uma pausa mais longa. Durante essa permanência, o consumidor pode circular por outras áreas do empreendimento, utilizar serviços próximos e visitar lojas complementares, ampliando os pontos de contato com o centro comercial.

Esse comportamento interessa ao proprietário do empreendimento porque o consumidor passa a utilizar o espaço por mais tempo. Para o franqueado, a permanência cria condições para trabalhar bebidas, alimentos, sobremesas e produtos para levar.

Para o proprietário, uma cafeteria pode complementar o mix do empreendimento e criar uma atividade associada a diferentes momentos da jornada do consumidor. Esse efeito é potencial e deve ser avaliado a partir da localização da unidade, da qualidade da operação, do perfil dos visitantes e da relação com os demais negócios do centro comercial.

A escolha do mix influencia a percepção e a utilização de um centro comercial. Uma cafeteria pode complementar operações de varejo, serviços e alimentação, criando uma atividade que atende tanto o visitante ocasional quanto quem frequenta o local com regularidade.

Dados da Associação Brasileira de Shopping Centers, divulgados pelo Mercado & Consumo, apontam que o tempo médio de permanência nos shoppings chegou a 80 minutos em 2025. No mesmo período, o fluxo mensal caiu de 476 milhões para 471 milhões de visitantes. Esse cenário reforça a necessidade de observar a qualidade da visita, e não somente o número de entradas.

Mix complementar

As cafeterias podem ocupar uma posição de complementaridade dentro do empreendimento. Uma loja de roupas, uma academia, um salão, uma clínica ou um escritório próximo pode gerar ocasiões para consumo antes, durante ou depois da atividade principal.

Para o proprietário, a operação ganha relevância quando ocupa uma lacuna do mix ou atende um momento de consumo ainda pouco explorado no empreendimento. Para o franqueado, o entorno pode contribuir para formar uma base de clientes recorrentes, desde que exista compatibilidade entre os negócios próximos e a proposta da unidade.

O resultado não deve ser presumido apenas pela presença de outros estabelecimentos. Um centro comercial voltado a serviços pode se beneficiar de uma cafeteria com atendimento rápido durante o período da manhã. Um shopping pode buscar uma operação que atenda encontros, sobremesas e pausas ao longo do passeio.

Para o franqueado, estar em um centro comercial com circulação qualificada pode significar criar novas oportunidades de contato com consumidores que frequentam o local e também atrair pessoas interessadas especificamente na categoria de cafeteria. Essa condição depende da visibilidade do ponto, da oferta e da compatibilidade com o perfil do público.

A análise precisa observar o perfil de quem circula. Um endereço com grande volume de passantes não atende necessariamente a uma franquia premium. O público deve ter compatibilidade com o produto, com a faixa de consumo e com a experiência oferecida.

Consumo em diferentes horários e sinergia com outros estabelecimentos

A operação das cafeterias pode se relacionar com períodos distintos do dia. Para o investidor, essa distribuição de ocasiões ajuda a avaliar se o endereço oferece demanda em mais de uma faixa horária. Pela manhã, o fluxo pode estar ligado a trabalhadores, estudantes e pessoas em deslocamento. No almoço, a unidade pode receber consumidores que circulam por escritórios e serviços. À tarde, entram reuniões, encontros e pausas durante as compras. 

Esse comportamento precisa ser confirmado pelos dados do ponto. O franqueado deve investigar dias úteis, fins de semana, férias escolares, períodos de eventos e alterações sazonais antes de tomar uma decisão.

A proximidade de polos geradores ajuda a compreender a origem do fluxo. Escolas, faculdades, escritórios, academias, spas, clínicas médicas, hospitais, restaurantes e centros comerciais podem criar deslocamentos recorrentes ao longo da semana.

A relação entre esses negócios não deve ser presumida. O investidor precisa avaliar distância, acessos, horários de funcionamento e o tempo disponível para consumo. Uma cafeteria dentro de uma galeria próxima a escritórios pode ter boa aderência no início da manhã e no fim da tarde. Uma unidade próxima a uma escola pode apresentar outra dinâmica, concentrada nos horários de entrada e saída.

Como analisar um centro comercial

Fachada da cafeteria Havanna em shopping, com interior iluminado e clientes sendo atendidos.
Unidade Havanna no ParkShopping Canoas

A decisão deve reunir observação de campo, informações do empreendimento e análise territorial. Nenhum indicador isolado explica o potencial de uma unidade. Também é necessário investigar se o ponto pode gerar tráfego qualificado para a cafeteria, e não apenas receber pessoas que já circulam pelo local. 

Contagem e observação

A contagem manual ajuda a medir o número de pessoas que passam diante do ponto. O levantamento deve ocorrer em horários variados, durante dias úteis e fins de semana.

Também é necessário registrar o sentido do fluxo, a existência de barreiras, a visibilidade da fachada, o acesso ao local e a distância entre o ponto e as principais entradas. 

Uma circulação intensa em uma área pouco visível pode entregar menos oportunidades do que um fluxo menor diante de uma fachada bem posicionada. A observação deve verificar ainda se o local permite que o consumidor interrompa o trajeto, identifique a unidade e acesse o atendimento sem obstáculos. 

Conversa com lojistas e administradores

Lojistas locais podem informar quais horários concentram consumidores, quando o movimento diminui e quais períodos são afetados por férias, eventos ou alterações no entorno.

A administração do centro comercial pode complementar essa visão com dados de circulação, calendário de eventos, perfil das operações e planos de expansão. A conversa também deve abordar mudanças previstas, obras, alterações viárias e novas lojas que possam modificar o fluxo.

Essas informações ajudam a identificar se o empreendimento possui atividades capazes de gerar tráfego recorrente ou se o movimento está concentrado em períodos específicos. 

Concorrência e posicionamento

A presença de concorrentes fornece duas informações possíveis. Ela pode indicar que existe demanda para a categoria ou mostrar que o espaço já está disputado.

O investidor deve observar a distância entre as operações, o preço praticado, o cardápio, a área de atendimento e o perfil do público. A análise não termina ao identificar outra cafeteria. É preciso entender se existe espaço para uma proposta distinta e se o centro comercial consegue sustentar mais uma operação semelhante.

Geomarketing

O geomarketing amplia a análise para além da calçada ou do corredor de um shopping. Dados de geolocalização podem ajudar a estimar áreas de influência, origem do público, frequência de visita e deslocamentos no entorno. A análise de fluxo também pode reunir volume de circulação, horários, perfil demográfico e comportamento do consumidor .

Esse recurso permite comparar locais com características diferentes. Um complexo corporativo, uma galeria de bairro e um shopping podem apresentar números de circulação próximos, porém atender públicos e ocasiões de consumo distintos. O geomarketing também pode ajudar a identificar áreas com demanda potencial para a categoria, permitindo avaliar a capacidade de a cafeteria atrair consumidores da região e não somente atender aos visitantes já presentes no empreendimento. 

O modelo de cafeterias Havanna para centros comerciais

A Havanna oferece modelos de negócio que podem ser implantados em quiosques ou lojas, de acordo com as características do ponto comercial. A rede apresenta a Operação Cafeteria Tradicional, a Operação Cafeteria Espresso, a Operação Heladeria Tradicional e a Operação Híbrida, que combina cafeteria e heladeria. 

O modelo de Cafeterias Havanna combina cafés, alfajores, Dulce de Leche, bebidas, sobremesas e outros itens do portfólio. Essa variedade permite trabalhar diferentes momentos de consumo dentro de um centro comercial, desde uma compra rápida até uma pausa com permanência. 

O reconhecimento internacional da Havanna funciona como um ativo para o franqueado e para o empreendimento, pois associa a unidade a uma marca argentina presente em diferentes mercados e a produtos reconhecidos pelo público, como cafés, alfajores e Dulce de Leche. A variedade do portfólio amplia as possibilidades de atendimento em diferentes horários e ocasiões de consumo.

Essa condição precisa ser acompanhada de localização adequada, fluxo compatível e operação alinhada ao formato escolhido.

A definição entre quiosque, loja com área de mesas ou formato híbrido deve considerar a metragem disponível, o fluxo, as regras do empreendimento, o investimento, a visibilidade e o comportamento do público.

Um quiosque pode fazer sentido em áreas de passagem, desde que tenha visibilidade e acesso suficientes para o atendimento. Uma loja pode atender melhor a pontos com espaço para permanência e consumo no local.

A Havanna realiza análise de viabilidade do ponto comercial, projeto arquitetônico personalizado, treinamentos, consultoria de campo, software de gestão, Serviço de Atendimento ao Franqueado e apoio de marketing e trade marketing.

Para o franqueado, essa análise ajuda a escolher o formato adequado e a entender as oportunidades de consumo do endereço. Para o proprietário do centro comercial, uma cafeteria pode complementar o mix e criar novas razões para visita e permanência.

A avaliação do ponto deve cruzar as características do endereço com o formato da operação, o perfil do público e as possibilidades de tráfego qualificado.

Fale com a equipe de expansão da Havanna para submeter o seu endereço a uma avaliação estruturada e identificar o modelo mais adequado para as condições do ponto.

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